segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Jean Aguiar e Ítalo Leão garantem vagas na final da Seletiva de Kart Petrobras


Os pilotos Jean Aguiar e Ítalo Leão conquistaram as duas vagas em disputa na penúltima prova classificatória da Seletiva de Kart Petrobras. A etapa, disputada em São Luís, no Maranhão, teve como formato a disputa de duas baterias com quinze voltas cada e os dois selecionados foram aqueles que somaram mais pontos considerando as duas corridas.

Nicolas Costa, vencedor da primeira corrida, foi desclassificado da segunda prova por uma irregularidade técnica no kart. Desta forma, Jean Aguiar, com um segundo e um quarto lugares, e Ítalo Leão, com dois terceiros, asseguraram as duas vagas em disputa para a final em Itu (SP), marcada para os dias 9 e 10 de novembro, com prêmio de R$ 105 mil para o vencedor.

"Eu me esforcei muito para ficar com esta vaga. Nunca tinha andado nesta pista, nunca nem sequer tinha vindo para o Maranhão, mas consegui fazer duas ótimas corridas e, assim, assegurei a vaga", declarou o vencedor da Etapa Nordeste, Jean Aguiar, de 15 anos de idade. "Esta vaga representa o resultado do trabalho de um ano inteiro".

"Meus objetivos no início do ano eram a vaga na Seletiva de Kart Petrobras e o Campeonato Brasileiro de Kart. Infelizmente, não deu para conseguir os dois, mas a vaga está na mão. Esta foi a primeira vez que tentei e já estou entre os finalistas. Vou treinar muito para quando chegar em Itu conseguir vencer", conclui Jean Aguiar.

Já o brasiliense Ítalo Leão destacou a paciência na prova do Maranhão. "Consegui me manter calmo durante as duas corridas e completá-las com segurança. Fui favorecido pelas desclassificações do Nicolas Costa e do Felipe Donato, ambos na segunda prova. Assim, conquistei a vaga. Sem dúvida, só de estar classificado já é um orgulho para mim".

"Agradeço à todos e a Petrobras por esta oportunidade. Vou treinar muito para, no final do ano, conseguir meu objetivo que é vencer a Seletiva. Se conseguir, espero usar o dinheiro para ajudar a bancar o próximo ano durante a disputa de um campeonato de fórmula", encerra Ítalo Leão. A próxima prova classificatória será a Etapa Norte em Palmas (TO), no dia 17 de outubro.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Autódromo de Campo Grande será "invadido" neste domingo pelos amantes da velocidade.

O Autódromo Internacional de Campo Grande será “invadido” neste domingo (05 de setembro) por carros e motos em mais um encontro dos que gostam de adrenalina com segurança.
Será o Mega Night Speed, evento organizado pela MS Sport Racing, empresa que continuamente está em campanha para tirar os rachas das ruas.
Serão atrações para todos os gostos.
Com início às 14 horas, equipes convidadas farão apresentações de manobras de carros, além da disponibilização de uma área livre para os que gostam de fazer manobras radicais em motos.
Quem quiser participar das manobras das motos poderá se inscrever na hora, apresentando carteira de habilitação, além de estar de sapato fechado, calça e blusa de manga comprida, sendo indispensável o uso do capacete.
Agora, as motos e carros que gostam de tirar o máximo de seus motores na reta de 201 metros, poderão participar das arrancadas, categoria amadora, a partir das 16 horas.
A fim de dar acesso a todo o público campo-grandense, a empresa organizadora estipulou uma faixa de horário promocional, onde das 14 h às 16 h quem quiser assistir pagará apenas R$ 5,00. Após esse período os ingressos custarão R$ 10,00.


terça-feira, 24 de agosto de 2010

Volta rápida na Ferrari 458 Italia

Parece que foi ontem. A caminho de casa, após mais um dia na escola, notei que uma loja de usados por onde sempre passava estava com um novo modelo à venda. Na tradicional combinação vermelho + couro caramelo, uma Ferrari 355 GTS parecia brilhar mais do que os outros carros. Após admirá-la por longos minutos, fui abordado pelo vendedor: “Você quer vê-la melhor?” Após a resposta afirmativa, ele abriu o esportivo e me deixou sentar no banco do motorista. Pude saber, finalmente, como era dirigir uma Ferrari. Ok, somente nos meus sonhos. Nem o motor fui autorizado a ligar. Mas por alguns segundos me esqueci de tudo. Era só eu e a Ferrari.
Doze anos depois, estou de frente para a Ferrari 458 Italia, o mais novo lançamento da marca. Após ver meus olhos fitando a bela carroceria desenhada pelo estúdio Pininfarina, o vendedor da importadora independente Só Veículos me entrega a chave do carro sob um alerta: “Tenha cuidado com ela!”. A combinação vermelho + couro caramelo se repete, assim como a autorização para me sentar no banco do motorista. Um adorável diferencial: agora posso dirigi-la.

Terceira unidade do modelo importada pela Só Veículos, a 458 Italia foi gentilmente cedida pela loja para esta avaliação exclusiva do WebMotors. O test-drive seria curto e cercado de precauções, que incluíram um segurança particular. Não é à toa: o modelo está à venda por R$ 1.590.000. Curiosamente, um valor abaixo do sugerido pela Via Itália, representante oficial da marca no Brasil que prevê a chegada da 458 Italia nos próximos meses.
Optei por não calcular por quantos anos precisaria trabalhar caso algo desse errado nem quanto tempo me restava no test-drive. Ao invés disso, procurei olhar com atenção cada detalhe desta Ferrari.
Rosso Corsa
A carroceria está com o desenho mais agressivo do que nunca. As entradas e saídas de ar foram posicionadas para garantir a aderência aerodinâmica e um bom arrefecimento sem transformar a dianteira em um queijo suíço. O desenho é tão limpo que os dois spoilers na parte inferior quase somem nas fotos. Um detalhe: herdadas da Fórmula 1, essas peças são flexíveis, abaixando-se em altas velocidades para melhorar a aerodinâmica da 458 Italia. E ainda tem gente que não considera mais a categoria um laboratório de ideias.
Na lateral, as chapas parecem ter sido esculpidas pelo vento – incluindo a maçaneta, embutida na carroceria. A vista de perfil da 458 Italia comprovou o que pareceu ilusão há mais de uma década: o “vermelho corrida” (rosso corsa, em italiano) realmente brilha mais do que os outros carros.
A traseira carrega as tradicionais lanternas redondas, agora com LEDs. O extrator de ar é discreto – uma prova de que um carro bem projetado pode abrir mão de apêndices de gosto discutível que reinam nas feiras de acessórios e tuning. Abaixo da placa, um escapamento triplo parece quebrar a tradição das quatro ponteiras usadas em outros modelos. Nem tanto: outro modelo a adotar os três escapes foi a clássica Ferrari F40.
Abaixando-se próximo da traseira da 458 Italia, é possível notar que o escapamento central, de diâmetro menor, possui uma válvula bloqueando parcialmente os gases. A peça, de acionamento eletrônico, ajuda no fluxo dos gases e, por tabela, oferece um ronco de timbre que varia do grave para o agudo, de acordo com a rotação.
Demorei para falar do som, mas vou me explicar: é difícil descrever como é o ouvir 570 cavalos de um V8 Ferrari. Palavras não faltam nas tentativas: sensacional, fantástico, monstruoso, nervoso.
Sem hastes
Abro as portas e o claro interior acarpetado dá a impressão de se tratar de um sedã de luxo alemão. Porém, as duas telas de cristal líquido no painel lembram-me que estou em uma Ferrari 458 Italia. O conta-giros analógico é o único instrumento “real” - outros mostradores são meras imagens nas telas de LCD – e mostra o fôlego do V8 de 4,5 litros. Não é pouco: a faixa vermelha começa nos 9.000 rpm.
Há regulagem elétrica do banco, retrovisores e volante, mas as alterações são desnecessárias: estou em harmonia com o carro, e a metáfora de “vestir” o esportivo nunca me pareceu tão adequada.
Com os olhos e as mãos, observo os comandos ao meu alcance. Não fico surpreso quando vejo que absolutamente todos os botões, chaves e alavancas são facilmente acionados. A 458 Italia é feita para agradar ao motorista, e não tem vergonha de mostrar isso. Para não atrapalhar a pilotagem, a Ferrari removeu todas as hastes da coluna de direção. Acionamento do motor, setas, faróis, limpadores do para-brisas, ajuste do controle de tração e amortecedor, está tudo no volante, junto com o botão da buzina. Esta, aliás, tem um tom menos agudo, fugindo do padrão da Ferrari.
Atrás do volante, as já comuns borboletas para trocas de marcha. Mas na 458 Italia elas também fogem da rotina: você verá os paddles shift em toda 458 vendida. Esta é a primeira Ferrari de linha a não contar com opção de câmbio manual. Mas, acredite: isso não é um defeito.
Felipe Massa
Ao ligar o carro, o ronco do V8 parece ignorar a divisão de acrílico entre o cofre do motor e a cabine. Um leve empurrão no acelerador de alumínio (material também usado na carroceria) chama a atenção de pedestres e motoristas que passam nos arredores. Um deles brinca, me chamando de Felipe Massa.Minha aparência está longe de ser similar a do piloto brasileiro, mas a 458 Italia tem alguns pontos em comuns com os monopostos da Scuderia Ferrari. Um dos que me chamou a atenção foi a direção absurdamente direta: são duas voltas de batente a batente. Vire o volante 360º para a esquerda e a 458 Italia está pronta para sair da vaga. É ótimo para manobrar (ainda mais com o sensor de estacionamento ligado), mas a relação direta tem como principal função tornar o carro mais ágil nos autódromos.
Outro componente voltado para o uso em pistas é o amortecedor de rigidez variável. O funcionamento envolve partículas de metal imersas no óleo e eletroímãs, mas é fácil resumir: aperte um botão e sua coluna conseguirá saber o valor de uma moeda que a Ferrari passar por cima.
Desliguei a função assim que passei por uma pequena tartaruga na rua – cuja sensação pareceu que eu estava atropelando um daqueles répteis gigantes de Galápagos. Após isso, a suspensão independente nas quatro rodas absorvia as irregularidades do asfalto brasileiro como um sedã de luxo.
Bem, não estava dirigindo um Audi ou um BMW, então uma puxada na borboleta esquerda reduziu uma das sete marchas e acordou os 570 cv, que empurraram a 458 Italia mais rápido do que jamais acelerei, enquanto as marchas eram trocadas quase que instantaneamente. Segundo a Ferrari, são 60 milissegundos gastos nas mudanças. Mais rápido do que qualquer ser humano. Não pudemos fazer medições, mas não tenho a menor dúvida de que este Ferrari pode, de fato, acelerar de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos. A velocidade máxima de 325 km/h também não me parece inatingível, mas não há autódromo no Brasil capaz de comportar esta velocidade.
Chega a hora de fazer o retorno na avenida. Não chego nem à metade do curso do pedal do freio e a 458 Italia já está pronta para fazer a volta de 180º. A direção tem resposta sobrehumana, e o carro completa a curva com a facilidade de um carrinho de autorama.
Uma luz vermelha no painel avisa que o passeio chegou ao fim. A reserva de combustível foi acionada, e não foi por causa do meu test-drive: por estar exposta na loja, a Ferrari não foi abastecida antes da avaliação.
Estaciono o carro e entrego a chave ao funcionário da Só Veículos, agradecendo: “Esperei doze anos por isso”. Ele não entendeu minha frase, mas percebeu que meu sorriso resumia todas as sensações que tive neste passeio.
Escapismo
Sento na redação e tento voltar ao mundo real. Aquela manhã de sábado me parece eterna, com a Ferrari me oferecendo sensações que jamais poderei descrever totalmente a alguém. Dentro da 458 Italia, o mundo fica de fora, e nada mais importa, a não ser dirigir esta obra de arte italiana.E, na verdade, é isso que a Ferrari faz. Como uma máquina de teletransporte, ela te tira do seu mundo, dos seus problemas, e te leva para um lugar só seu, onde tudo é possível. Claro, o carro tem ausências estranhas, como vidros elétricos sem a opção de um-toque. Mas quem está disposto a gastar mais de um milhão e meio de reais não está preocupado com isso. Esta pessoa busca uma forma de escapar por alguns instantes de seu mundo, ela quer se dar ao breve direito de ser egoísta e buscar pelo mais puro prazer solitário. E isso, acredite: uma Ferrari faz melhor do que ninguém – seja há doze anos ou em 2010.
Fonte: Rodrigo Ribeiro - WebMotors




segunda-feira, 23 de agosto de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Show de freestyle de Joaninha agita Mundial de Motocross

O maior nome do freestyle (estilo livre) brasileiro, Gilmar “Joaninha” Flores irá se juntar aos maiores pilotos do motocross mundial neste domingo (22 de agosto). O piloto confirmou presença em Campo Grande com um show de saltos na etapa brasileira do Mundial.
Nascido em Sinop, Mato Grosso, Joaninha é tetra-campeão da Copa Brasil de Motocross estilo livre. Em 2005, foi campeão dos Jogos Urbanos e do Circuito Nacional. É famoso por ser o único brasileiro que realiza a manobra back-flip (looping invertido). Também é muito conhecido por suas apresentações em todo o Brasil.
Joaninha mostra ousadia ao iniciar seus treinamentos com a manobra mais difícil do mundo, o back-flip, já tendo realizado a manobra por quase trezentas vezes.
O motocross freestyle se concentra apenas em manobras acrobáticas. Nos campeonatos da categoria, o vencedor é escolhido por um grupo de juizes que analisam o estilo, nível de dificuldade da manobra, melhor uso do percurso e reação dos espectadores.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Mesmo com muito frio os apaixonados por velocidade compareceram ao Autódromo.


Com uma temperatura mínima de 5ºC durante a madrugada, ventos fortes e uma sensação térmica que chegou a -2ºC, os apaixonados por velocidade não deixaram de prestigiar, neste sábado (14) à noite, a 4ª edição do Night Speed, no Autódromo de Campo Grande.
Foi uma grande festa, onde mais de 70 pilotos amadores de carros e motos disputaram quem é o mais rápido na reta dos 201 metros.
As Saveiros fizeram a festa no local, com a presença em massa do Clube das Saveiros e seu Presidente, Mario Otta, que também é preparador de carros.
“Estamos muito felizes, pois tivemos o prazer de ser o primeiro grupo de carros organizado a ser presenteado pela organização, isso é muito gratificante e da um incentivo a mais aos jovens que gostam de preparar carros e deixá-los bonitos para que as pessoas possam apreciar”, diz Mario Otta, da Hot Point.
Estavam presentes ainda o Comandante da Companhia Independente de Policiamento de Trânsito (Ciptran), Major Alírio Vilassanti, além de membros da Polícia Rodoviária Federal, que foram conferir toda estrutura e segurança empregada pela organização.
“Os objetivos foram atingidos. Mesmo com o grande frio o público compareceu e os pilotos puderam extravasar toda adrenalina com muita velocidade. A missão está sendo cumprida: os rachas estão sendo tirados das ruas e a segurança de inocentes está garantida”, diz Marcos Borges, da MS Sport Racing, empresa organizadora e idealizadora do evento.
Além das arrancadas de carros e motos até 250 cilindradas, houve, também, show de manobras radicais com kart´s da equipe convidada Kart Fire, além dos carros com grandes números de alto-falantes que levaram ao autódromo toda emoção de um verdadeiro encontro de som automotivo amador, animando o público com música para todos os gostos. A disputa foi acirrada em busca da maior potência, uma vez que não há limite para o volume.
O evento conta com apoio da Fundação Municipal do Esporte – FUNESP e da Federação de Automobilismo de MS, juntamente com a Policia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Policia Militar, Ciptran e Policia Rodoviária Federal.
“A Arrancada Noturna está se consagrando no meio do automobilismo sul-mato-grossense como uma opção segura para quem gosta de tirar rachas. Além dos que já aderiram à arrancada como um hobby buscamos conscientizar todos da sociedade de que a via pública não é lugar para altas velocidades ou estripulias, temos o Autódromo que possui infraestrutura e segurança para isso.”, diz Borges.

Tá ligado, tá na MEGA!!!!