sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Verdadeiro piloto automático

Alta Roda 1 Verdadeiro piloto automático

O contínuo aperfeiçoamento dos métodos de teste tem sido prioridade dos fabricantes de veículos. Em provas dinâmicas estão ao volante pessoas bem treinadas e experientes das equipes de desenvolvimento, mas as habilidades humanas sempre apresentam limitações. Os pilotos não podem reagir com a rapidez, a repetitividade e a precisão exigidas em certas circunstâncias.

Alta Roda 2 Verdadeiro piloto automático

No entanto, avançados sistemas eletrônicos de bordo, em especial os de assistência ao motorista, exigem validação funcional da forma mais abrangente e perto da realidade possíveis. A metodologia de teste deve focar a capacidade de o veículo manter velocidade, trajetória e frenagem com o máximo de exatidão. A possibilidade de aprovar recursos como a direção automatizável – hoje restrita a experiências que mais parecem ficção científica – não pode depender de testadores em carne e osso por questões de segurança no trabalho.

Em razão disso a Mercedes-Benz desenvolveu um aparato eletrônico-mecânico único para veículos de teste utilizados em instalações internas dedicadas. Na realidade são modelos comuns de produção seriada equipados com robôs que cuidam de dirigir, acelerar e frear. Um computador a bordo controla esse sistema de pilotagem automática para que o percurso pré-programado seja seguido à risca, mesmo se vários carros estiverem envolvidos em uma manobra.

Engenheiros especializados monitoram tudo a partir de uma central de controle e podem parar remotamente um automóvel a qualquer tempo. Paralelamente, os veículos em teste fazem autochecagem e freiam, se detectam desvios de programação. Para se imaginar a perfeição de projeto, se o carro faz um percurso pré-planejado diversas vezes, a diferença registrada ao final varia em menos de 2 cm. Em caso de repetidas frenagens até a parada total, as rodas se imobilizam em pontos no chão dentro de um raio de 3 cm!

Um das simulações interessantes é uma prova considerada de alto risco pela marca alemã. O carro dirigido a distância sobe uma pequena rampa e mergulha no asfalto. Assim se pode ter certeza de que os airbags não irão inflar nessas condições, ou seja, saltando no ar em função de uma lombada ou avançando sobre uma calçada. Os pilotos de testes, por sua vez, evitam o estresse de guiar nessa condição adversa.

Outra condição severa é a simulação dos dispositivos anticolisão. O automóvel em avaliação freia repentinamente para evitar o choque com outro, que só se desvia no último segundo. Situação de quase colisão em cruzamentos também é reproduzida sem o risco de acidente real e de altos prejuízos materiais e humanos.

Portanto, há várias aplicações possíveis para o sistema. Os diferentes procedimentos permitem obter resultados com maior confiabilidade e em menor tempo. Entretanto, são complementares aos alcançados em condições de rodagem na vida real.

O futuro reserva avanços ainda mais surpreendentes. São tais tipos de testes e controles que viabilizarão a pilotagem verdadeiramente automática em estradas adaptadas para esse fim. Há programas cooperativados em estudo nos grandes polos de produção mundial, mas ainda não se pode prever uma data exata para introdução dessa revolução na mobilidade com segurança. Provavelmente dentro de dez anos.

Fonte: Mundo dos Carros.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Screamim Eagle Pro Stock - Nada santo e sem piscar

Especial para arrancadas, a Harley-Davidson de competição, baseada no modelo V-Rod, tem motor dois cilindros em V de 400cv e ultrapassa os 320km/h em apenas 402 metros

Fotos: Harley-Davidson/Divulgação
Quem vê uma grande e pacata motocicleta Harley-Davidson, espécie de símbolo das motos estradeiras, desfilando tranquilamente pelas ruas ou cruzando as rodovias em longas viagens, não imagina que existe um outro lado da marca, com uma personalidade completamente distinta, feita para acelerar e proporcionar máximo desempenho, longe das estradas, deixando todo o conforto para trás. Um modelo tão distinto que é capaz de rivalizar com a vida dupla incorporada pelo amável médico Dr. Henry Jekyll e de seu outro lado e personalidade, completamente opostos, com o maldoso Edward Hide, descrito no livro O médico e o monstro, do inglês Robert Louis Stevenson.

O mostro nada santo da centenária marca americana de motocicletas Harley-Davidson é um modelo construído para disputar as corridas de arrancadas nos Estados Unidos, na classe Pro Stock, do National Hot Rod Association (NHRA). A motocicleta, uma V-Rod 1.300cm³, Screamin Eagle, compete no AMA Grand National Twins Series Championship. Nomes pomposos, mas que são muito populares na terra do Tio Sam. As disputas de arrancadas mobilizam milhares de pessoas e são divididas em diversas categorias, entre carros e motos, para equilibrar as disputas. A Harley-Davidson, por exemplo, compete com o seu time oficial, na Pro Stock, que tem um grau de preparação mais limitado.

POPULARIDADE

Para se ter uma ideia do nível da popularidade das competições de arrancadas nos Estados Unidos, conhecidas como dragsters, a NHRA, que organiza as provas, fundada na década de 1950, na Califórnia, Oeste do país, conta com 35 mil concorrentes licenciados. As corridas de arrancadas também vão se popularizando pelo Brasil, que já conta inclusive com pistas exclusivas. São pistas de um quarto de milha, ou 402 metros de extensão, e mais uma área de desaceleração. As provas são disputadas em sistema de eliminatórias, entre dois competidores, que arrancam juntos quando um sistema de luzes acende, em uma sequência.

A Harley-Davidson Screamin Eagle factory Team, com os pilotos oficiais Andrew Hines e Eddie Krawiec, consegue cumprir os 402 metros da pista em menos de 7 segundos, atingindo uma velocidade de cerca de 200 milhas por hora, ou cerca de 320km/h. O tempo de reação dos pilotos à luz autorizando a largada é de cerca de míseros 0,020 segundos, ou menos que uma piscada de olhos. Um verdadeiro espanto, que, porém, ainda é lento se comparado à categoria principal, Top Full (que pode ser traduzido como gás total), com motores ultrapreparados, que precisam até de para-quedas para ajudar na frenagem.

MONSTRO

A categoria Pro Stock, entretanto, apesar do visual, conserva uma aparência mais semelhante à da moto de rua, transmitindo uma mensagem de marketing de esportividade que a montadora deseja. Para tanto, a Harley-Davidson tem até um modelo básico de arrancadas para ser comercializado, batizado de VRXSE Screamin Eagle Destroyer, baseada no modelo de rua VRSC. O monstro de arrancadas oficial também é baseado neste modelo. Uma motocicleta com motor dois cilindros em V, inclinados em 60 graus, com 1.300cm³, refrigerado a água, que, quando foi lançada em 2002, batizada de V-Rod, torceu o nariz dos mais puristas, já que tinha forte apelo esportivo.




Atualmente, a V-Rod é um sucesso de vendas, com várias versões e um belo desenho. A parte mecânica e a refrigeração líquida foram desenvolvidas com ajuda da alemã Porsche. O modelo de competição tem motor de quatro válvulas por cilindro, duplo comando e cabeçote preparados, injeção modificada, que fornece cerca de 400cv e torque de 13,4kgfm a 7.600rpm. O quadro especial alongado inclui a barra anti willie, com rodinhas para não empinar nas arrancadas. Tem ainda carenagem em fibra de carbono e pneus especiais Mickey Thompson. O traseiro tem deformação programada na arrancada, agarrando o chão, ficando maior e mais estreito com a velocidade. O peso é calibrado conforme o tipo de motor do concorrente, para equilibrar a disputa.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Mazda revela nova picape BT-50 na Austrália

Junto com a nova Ranger, a Mazda relevou no Salão do Automóvel da Austrália, em Sidney, a nova BT-50, que compartilha a plataforma com a picape da Ford. Como a prima, a BT apela para um visual menos profissional e mais familiar e traz equipamentos de conforto dignos de um sedã.




O visual da BT-50 é contundente como o dos automóveis da Mazda

Seu visual é mais contundente do que o da Ranger, com faróis bastante espichados e uma ampla grade do radiador. As laterais são limpas e quase iguais as da picape da Ford. Atrás, as lanternas receberam uma extensão sobre a tampa da caçamba, como na Fiat Strada.

O interior segue o estilo arrojado da carroceria. O painel é menos conservador do que o da Ranger e segue o estilo adotado pela Mazda em seus automóveis. A montadora japonesa não deu mais informações técnicas, mas é possível dizer que a BT-50 terá o mesmo conjunto motriz da prima Ford.

Fonte: Interpress Motor

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Fox Fox, Polo e Golf ganham airbag e ABS de série

A Volkswagen passa a oferecer airbag duplo e freios ABS (antitravamento) como equipamentos de série para alguns modelos de sua linha 2011. As versões mais completas de Fox, Polo, Polo Sedan e Golf foram as contempladas com o itens de segurança. Junto com eles, vieram algumas alterações de preços.

Na linha Fox, Fox Prime e CrossFox foram os escolhidos. O primeiro teve seu preço inicial reduzido de R$ 41.140 para R$ 40.500 com câmbio manual. Com a caixa automatizada I-Motion, a redução de R$ 640 foi igual e o valor agora começa em R$ 43.160. No CorssFox, o preço subiu R$ 210.

No Polo Sportline, a redução chega a R$ 1.970. O preço agora começa em R$ 50.130. Com câmbio I-Motion o desconto é R$ 470. No Polo Sedan Comfortline, a Volkswagen reduziu o preço em somente R$ 40. Já no Golf Sportline 1.6 e 2.0 Tiptronic, o valor do cheque passa a ser R$ 2.800 menor.

Confira os preços dos modelos:

-Fox 1.6 Prime: R$ 40.500 (– R$ 640)
-Fox 1.6 I-Motion: R$ 43.160 (– R$ 640)
-CrossFox 1.6: R$ 48.600 (+ R$ 210)
-Polo 1.6 Sportline: R$ 50.130 (– R$ 1.970)
-Polo 1.6 Sportline I-Motion: R$ 52.790 (– R$ 470)
-Polo Sedan 1.6 Comfortline: R$ 52.620 (– R$ 40)
-Polo Sedan 1.6 Comfortline I-Motion: R$ 55.280 (– R$ 40)
-Golf 1.6 Sportline: R$ 55.990 (– R$ 2.800)
-Golf 2.0 Sportline Tiptronic: R$ 61.170 (– R$ 2.800)

Fonte: Interpress Motor

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Felipe Donato conquista a última vaga para a final da Seletiva de Kart Petrobras


O piloto Felipe Donato conquistou neste sábado (16) a 12ª e última vaga para a final da Seletiva de Kart Petrobras, marcada para os dias 9 e 10 de novembro, em Itu (SP). Sexto colocado na Copa Brasil de Kart, realizada no fim de semana em Palmas (TO), Donato se beneficiou pela classificação prévia de Felipe Fraga, campeão, Jonathan Louis, vice, Guilherme Silva, terceiro e João Câmara, quarto, e pelo fato de Alain Sisdeli, o quinto, estar acima do limite de idade para classificação.

Recheada de pilotos já classificados para a decisão, a Etapa Norte, última classificatória para a final, teve uma grande disputa entre Donato e Matheus Vieira pela vaga restante. Inicialmente, Matheus havia levado a melhor na pista, na soma dos pontos das duas corridas. Mas acabou desclassificado por falta de peso na corrida decisiva, o que deu o lugar automaticamente para Donato. Ele completa a lista de candidatos ao prêmio de R$ 105 mil oferecido ao campeão da Seletiva de Kart Petrobras.

"Estou muito feliz com esta vaga. Eu já havia tentado me classificar antes, mas não tinha conseguido. Mas agora estou na disputa pelo título da Seletiva de Kart Petrobras, o que será muito importante para a minha carreira", afirma Felipe Donato. "As provas foram muito complicadas pra mim. Não consegui acertar bem o kart para a primeira bateria e, na segunda, tive um grande duelo com o Matheus", conta o piloto, que já faz planos para 2011, caso conquiste o prêmio.

"Se eu vencer em Itu, vou investir o prêmio de RS 105 mil na minha carreira. Pretendo competir de Fórmula Future no ano que vem para, um dia, chegar até a Fórmula 1. Este é o meu sonho", revela Felipe Donato. Com a presença dele, a final da Seletiva de Kart Petrobras terá um total de 12 pilotos, representando nove Estados das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Rio Grande do Norte, Bahia e Rio Grande do Sul.

"Tivemos um ano longo com grandes corridas. Muitos kartistas tentaram, mas só existem 12 vagas e elas foram muito bem preenchidas. Tenho certeza que a final será um grande evento, numa pista inédita para a Seletiva de Kart Petrobras, em Itu", comenta Binho Carcasci, promotor da Seletiva de Kart Petrobras. A decisão do evento será realizada pouco depois do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, nos dias 9 e 10 de novembro.


OS CLASSIFICADOS PARA A FINAL DA SELETIVA DE KART PETROBRAS
André Pedrali (PR)
Felipe Donato (RS)
Felipe Fraga (TO)
Guilherme Salas (SP)
Guilherme Silva (MG)
Ítalo Leão (DF)
Jean Aguiar (SP)
João Câmara (GO)
Johilton Pavlak (RN)
Jonathan Louis (PR)
Vinicius Perdigão (BA)
Victor Franzoni (SP)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Dodge Viper entra na disputa por vitórias na reta final do Itaipava GT Brasil


O campeonato, é claro, mudou bastante, mas ainda está na memória de pilotos e equipes o desempenho consistente do Dodge Viper Competition Coupe nas passagens mais recentes por Pinhais (PR). A pista volta a receber a categoria no fim deste mês, nos dias 30 e 31 de outubro, com a penúltima etapa da temporada do Itaipava GT Brasil.

"A reta longa ajuda a aproveitar o motor, que é a melhor característica do carro. Como o circuito não tem tantas curvas de baixa, o ponto forte será o aproveitamento das saídas de curva. Conseguimos nosso melhor resultado na etapa passada de Pinhais, um terceiro lugar, então se tudo der certo temos chance de vencer", afirma Pedro Queirolo.

Ele foi o único piloto a disputar regulamente a temporada com o Dodge Viper Competition Coupe. Mas a fama do carro é antiga: no ano passado, naquela mesma pista, o modelo conseguiu duas pole positions e uma vitória nas mãos da dupla formada na época por Ramon Matias e Matheus Stumpf.

O processo de equilíbrio de desempenho promovido pela categoria permite que os carros de todas as marcas tenham performances parecidas nos mais variados traçados, mas a boa expectativa é justificável diante das apresentações recentes do Dodge Viper Competition Coupe - mesmo em outras pistas do Itaipava GT Brasil.

Na rodada dupla mais recente, realizada no Velopark, em Nova Santa Rita (RS), o carro demonstrou progresso utilizando pneus mais adequados, os novos compostos da Michelin, se aproximando um pouco mais dos favoritos Ford GT e Lamborghini Gallardo LP560. "Com a equalização, acho que todos os modelos têm chances reais de ganhar", analisa Pedro Queirolo.

Por enquanto, o Dodge Viper Competition Coupe ainda busca sua primeira conquista em 2010. "O carro deve melhorar o desempenho e espero que consiga bons resultados, já pensando em ser mais competitivo em 2011", acrescenta o piloto do TNT Energy Team, que terá um novo chefe de equipe em Pinhais. Passa a trabalhar sob o comando de Maurício Ferreira.

"Optei por terminar o campeonato na equipe do Maurício, porque acompanho o trabalho dele também em outras categorias e acredito que podemos crescer com essa mudança. Quero experimentar um novo ambiente de equipe e tentar evoluir um pouco mais", revela Pedro Queirolo, que teve um período de quatro anos de bons resultados com Humberto Guerra.

"Sempre tivemos carros muito competitivos. Terminamos o Itaipava Trofeo Maserati em terceiro em 2008 e perdemos o título na última prova para o Cleber Faria, que também era da nossa equipe, em 2009. Neste ano a equipe se empenhou muito, mas tivemos falta de sorte e algumas quebras que prejudicaram nosso desempenho".

Além da mudança de equipe, o piloto ganhou também uma nova referência no grid de largada, já que não será mais o único ao volante de um Dodge Viper Competition Coupe. O paranaense Wagner Ebrahim está de volta ao Itaipava GT Brasil, guiando um carro da mesma marca. "Fico muito feliz que o Ebrahim esteja voltando para o campeonato".

"Lugar de carro de corrida é na pista", brinca Pedro Queirolo. "Vai ser muito importante para podermos comparar resultados de um mesmo modelo com pilotos rápidos. O Fabio (Ebrahim, irmão de Wagner) deve voltar para a última etapa e com certeza eles formarão uma dupla muito forte para disputar o pódio nessas etapas e o título em 2011".

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Matheus Vieira fecha treinos livres na frente em Palmas

Final do segundo dia de treinos da Etapa Norte da Seletiva de Kart Petrobras. Disputada no kartódromo Rubens Barrichello, em Palmas (TO), a etapa definirá o último participante da final da competição, que será realizada em Itu (SP) e dará ao vencedor um prêmio de R$ 105 mil. Na sessão desta quinta-feira (14), o mais rápido entre os que disputam a vaga foi o brasiliense Matheus Vieira, com o tempo de 46s030, seguido pelo tocantinense Marco Túlio Souza. O gaúcho Felipe Donato, também um dos favoritos a conquista da vaga, ficou em 11º no geral. Vale lembrar que disputam um lugar entre os finalistas apenas aqueles pilotos entre 14 e 20 anos de idade.

Sob temperatura de 34 graus, os pilotos enfrentaram o desgaste de pneus como um dos principais desafios. "O calor aqui em Palmas está muito forte. Com certeza será um desafio ainda mais difícil para ser superado pelos kartistas. Com 34ºC o desgaste de pneus é acentuado, por isso todos terão que tomar mais cuidado e dosar a vontade. Sem dúvida teremos duas corridas muito interessantes no sábado (16)", disse Binho Carcasci, promotor da Seletiva de Kart Petrobras. A última vaga para a decisão da Seletiva de Kart Petrobras está sendo disputada dentro da Copa Brasil de Kart.


A programação do evento sofreu uma alteração na categoria Graduados, aquela que reúne os garotos em idade de classificação. Nesta sexta (15), será realizada mais uma sessão de treino livre e a tomada de tempo. Já as duas corridas serão disputadas somente no sábado. O classificado para a final será o piloto que somar mais pontos nas duas provas. Por enquanto, a relação de finalistas conta com os nomes de Jean Aguiar (SP) , Ítalo Leão (DF), Victor Franzoni (SP), Jonathan Louis (PR), Guilherme Salas (SP), Guilherme Silva (MG), João Camara (GO), Felipe Fraga (TO), Johilton Pavlak (RN), André Pedrali (PR) e Vinicius Perdigão (BA).


3º Treino Livre em Palmas

1) 60-João Câmara (GO), 45.596
2) 80-Felipe Fraga (TO) , 45.678
3) 212-Alain Michell Sisdelli (SP), 45.844
4) 123-Matheus Souza Vieira (DF), 46.030
5) 14-Guilherme Silva (MG), 46.069
6) 101-Jonathan Louis dos Santos (PR), 46.100
7) 120-Marco Túlio Souza (TO), 46.115
8) 17-Guilherme Thomazi Salas (SP), 46.178
9) 49-Rafael de Almeira Ferreira (DF), 46.182
10) 45-Vinícius Falavigna Perdigão (SP), 46.282
11) 9-Felipe Donato (RS), 46.601
12) 747-Marcos Wormsbecker (PR), 46.787
13) 34-Samuel Henrique Morselli (PR), 47.042
14) 180-Gustavo de Moraes Chaves (PE), 47.445
15) 106-Ítalo Araújo Leão (DF), 55.662